Rugas, flacidez, rosácea, borbulhas... Socorro, a minha pele precisa de ajuda.

Pele – o maior órgão do corpo humano, responsável por proteger contra as agressões físicas diárias (poluição, stress, raios UV) e por manter a temperatura corporal, entre outras tantas facetas. Este órgão de três camadas está sempre exposto e a camada mais superficial que protege contra o meio ambiente, a epiderme, precisa de ser cuidada e muitas vezes tratada, afinal estamos a falar de um órgão vital.

A pele não é toda igual e alguns tipos e estados precisam de mais atenção, contudo há algo em comum de que a pele carece, independentemente da idade, cor e tipo de pele: hidratação e proteção. 

A pele necessita de cuidados de higiene regular e para encontrar uma rotina apropriada é imperativo conhecer a nossa pele, e para a conhecer temos de a aceitar, abraçar e cuidar.

Os cuidados com a pele são muito mais que uma questão estética.

Existem 4 tipos de pele que se destacam: pele seca, pele normal, pele mista e pele oleosa e em qualquer um destes tipos existem muitas vezes estados associados: desidratação, rosácea, acne, hiperpigmentação, envelhecimento e sensibilidade.

Pele normal – a utopia da pele perfeita, esta pele caracteriza-se pelo equilíbrio ideal entre gordura e compostos aquosos na pele, sendo elástica, firme, homogénea e com textura suave. Contudo, precisa de cuidados de higiene, hidratação e proteção diários para se manter saudável. 

Pele seca – tem uma ausência de óleos protetores da pele, tornando-a mais áspera ao toque, e caracteriza-se pela sensação de repuxamento, aspeto mais baço e enrugado, falta de firmeza e elasticidade e poros quase imperceptíveis. Neste tipo de pele as glândulas sebáceas tem um atividade mais débil, o que muitas vezes dificulta a absorção de algumas texturas.

Pele mista – talvez um dos tipos de pele mais comuns, porque é a junção de dois tipos de pele: a seca e a oleosa. Caracteriza-se exatamente por esses dois polos opostos, algumas zonas mais secas e outras mais oleosas, por norma a zona T – testa, nariz e queixo, onde os poros são mais dilatados e há mais atividade das glândulas sebáceas.

Pele oleosa – se a pele seca sofre com a atividade escassa das glândulas responsáveis pela produção de sebo (necessário para lubrificar e impermeabilizar a pele), a pele oleosa sofre com a hiperatividade das mesmas. Caracteriza-se pela textura mais espessa e com poros dilatados, uma aparência mais gordurosa e lustrosa. Essa aparência deve-se ao excesso de sebo, que favorece o aparecimento das repudiadas imperfeições, os comedões abertos e fechados (pontos negros e brancos) e acne (borbulhas). A pele oleosa também precisa de hidratação e de uma rotina de higiene adequada. 

Todos estes tipos de pele podem em alguma altura ter estados adjacentes, tais como:

Desidratação – tal como o nome indica, este é o estado em que a pele precisa e demanda por água, este estado é muitas vezes confundido com pele seca (que carece também de gordura) e todos os tipos de pele (mesmo as oleosas) podem ficar desidratadas. As agressões do meio ambiente, poluição, fumo, ar-condicionado, raios UV, são muitas vezes responsáveis por este estado. Caracteriza-se pela rápida absorção de tudo que é colocado no rosto, porque a pele está sedenta, tem tendência a descamar e a repuxar e, por conseguinte, a criar linhas finas.

Rosácea – conhecem aquela sensação de calor que deixa as bochechas ruborizadas e aquela vermelhidão no rosto que teima em aparecer e não desaparecer?! Assim se apresenta a rosácea, uma condição inflamatória caracterizada pela dilatação dos vasos sanguíneos à superfície da pele que provocam rubor e vermelhidão. Há alguns tipos de rosácea, muitas vezes associados a uma pele hiper-reativa (que reage a vários fatores), que poderão ter alguns vasos capilares visíveis.

Acne - provavelmente a condição e estado de pele mais comum e conhecida, que afeta não só adolescentes mas também adultos (cada vez mais há casos de acne tardia). Há vários tipos de acne, não obstante, caracteriza-se por um aumento da produção de sebo que obstruí os poros e aumenta a proliferação de bactérias, resultando nos comedões abertos e fechados (pontos negros e brancos) e borbulhas, muitas vezes com inflamação.

Hiperpigmentação – ora aqui está outro estado (problema) familiar, as temidas manchas. Existem vários tipos de hiperpigmentação mas em geral acontecem quando a melanina (responsável pela pigmentação/coloração do ser humano) está em hiperatividade, o que resulta em áreas mais escuras (manchas, sardas, cicatrizes, melasma, lentigo). A hiperpigmentação pode ser resultante de vários fatores, como a exposição solar, cicatrizes e disfunção hormonal. 

Envelhecimento – podemos dizer que este é um estado que todos os tipos de pele terão, porque o envelhecimento biológico é irreversível, causando mais vulnerabilidade do organismo às agressões externas e internas. Tendo em conta os tipos e estados de pele, a predisposição genética e as agressões a que a pele está constantemente exposta, este envelhecimento pode ser acelerado e mais precoce. A pele envelhecida caracteriza-se pela falta de elasticidade e consequentemente falta de firmeza, por linhas mais acentuadas no rosto (rídulas e rugas), textura e aspeto mais irregular e baço e tendência para hiperpigmentações.

Sensibilidade – é uma condição de pele abrangente, qualquer tipo de pele pode sofrer de sensibilidade cutânea e existem vários tipos de sensibilidade. Posto isto, a pele sensível tem tendência a apresentar vermelhidões, prurido, sensação de picadas e é reativa, reage geralmente a vários estímulos (produtos cosméticos, fatores externos como o frio e a radiação solar e fatores internos hormonais e neurológicos). A sensibilidade pode ser uma condição permanente ou esporádica da pele.

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